«No céu, sim, na casa do nosso Pai Celeste
será doce espraiarmo-nos nos prados eternos,
recordando os dias escuros daqui de baixo…
Cantaremos juntas as divinas misericórdias na maior liberdade,
sem sombra de temor, e será doce para nós
termos à cabeça dos nossos colóquios o nosso Pai divino.»

Beata Elias de S. Clemente | 1901 – 1927
Carta 177. A Vicenza Rinaldi.

Senhor,
caminho com os pés bem assentes na terra
entre o pó de que sou feito.
Mas o meu coração fixa-se na meta,
na Tua Casa que fizeste também minha
e onde me aguardas.
Te agradeço meu Deus
pelos ténues mas consoladores vislumbres
da pátria celeste que nos infundes no coração,
animando-nos na nossa peregrinação para Ti.
Que nos momentos de maior dificuldade ou tristeza,
eu me possa abrir à contemplação da doçura e felicidade
que será viver eternamente conTigo.
Que assim seja.