«Se o próprio Deus não visse
as minhas boas ações – o que é impossível –
nem por sombras me sentiria muito atormentada com isso.
Amo-O tanto que desejo poder dar-Lhe prazer
sem que Ele saiba que sou eu.
Sabendo-o e vendo-o, é como que obrigado a “retribuir-me”,
e eu não queria dar-Lhe esse trabalho».
Santa Teresa do Menino Jesus | 1873 – 1897
Últimos conselhos e recordações, 9 de maio, 3
Meu Senhor,
no silêncio do meu dia, quero oferecer-Te
todas as minhas pequenas obras.
Quero oferecê-las como ato de amor, puro e gratuito!
Tu bem sabes que algumas me são mais difíceis do que outras,
e muitas vezes reclamo.
Mas, Tu, como Pai que és,
Colocas diante de mim estas tarefas para que possa crescer.
É como uma criança que está a aprender a andar:
cai muitas vezes, mas é a única forma de se tornar hábil.
Lembrar-me-ei, hoje, desta criança,
e não desanimarei quando cair,
porque sei que Tu me educas na confiança e na fé!
Amas-me incondicionalmente e por isso quero aspirar
a este amor que me dás e ensinas a dar.