«[Palavras imaginárias de Nossa Senhora:]
Se soubesses como a Minha alma
esteve mergulhada na amargura
ao ver o Meu terno esposo S. José
voltar tristemente para junto de Mim
sem ter encontrado pousada…
Se quiseres suportar em paz
a provação de não estares contente
contigo mesma,
dar-me-ás um doce abrigo;
é verdade que sofrerás
porque ficarás à porta da tua própria casa,
mas não temas,
quanto mais pobre fores,
mais Jesus te amará.»

Santa Teresa do Menino Jesus | 1873 – 1897
Carta 211. À Irmã Genoveva. 24 de dezembro de 1896

Jesus,
nesta noite Santa
celebrarei uma vez mais este mistério de amor infinito
que é a Tua vinda ao meu coração,
para aí permaneceres com o Teu amor,
força e Luz.
Sei que sou pobre.
Que o meu orgulho não me incapacite
para tomar a consciência da minha pobreza,
pois esta é a única maneira
de abrires a porta do meu coração
para poderes entrar.
Amas os pobres, os humildes,
os de coração arrependido
e desejosos da Tua graça.
Tu és Humilde e amas os humildes.
Vem, Senhor Jesus.